O Provedor da Justiça, Isaque Chande, disse ontem na Assembleia da República, durante a apresentação do Informe
Anual sobre o Estado da Justiça que as manifestações pós–eleitorais revelaram fragilidades na interpretação e aplicação do direito à liberdade de manifestação e pediu uma reflexão conjunta entre sociedade civil e autoridades. O Provedor
voltou a lamentar, sem no entanto, apontar acções concretas com vista a responsabilização do Estado e seus agentes pela violência pós-eleitoral. Ler mais

















